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23 de Janeiro de 2019
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    ENTREVISTA: MARCOS SOARES QUER PRIORIZAR EDUCAÇÃO, SAÚDE E TRIBUTAÇÃO

    Antes de se tornar político, o pedetista Marcos Soares, de 30 anos, parlamentar recém-empossado que entrou na Alerj depois da saída da atual vice-prefeita de Nova Iguaçu, Sheila Gama, chegou a manobrar carros e coordenar acampamentos de jovens missionários nos Estados Unidos. A experiência foi fundamental para que o deputado entendesse que ajudar o próximo e trabalhar com Política caminham lado a lado. Com bom humor e tranquilidade, Soares disse, nesta entrevista, que a vinda dele para o Parlamento foi "um chamado de Deus". "Esse era o momento certo de eu estar aqui", garante o parlamentar, que esteve à frente do grupo de comunicação da Igreja Internacional da Graça - TV, rádio e publicações impressas. Os amigos que fez na Casa, a vontade de melhorar a qualidade de vida da população e o que o levou a optar pela vida pública também foram pontos destacados por Soares nesta conversa com o JORNAL DA ALERJ.

    A seguir, entrevista que o parlamentar deu ao JORNAL DA ALERJ, edição 187, de 01 a 15 de março de 2009:

    Por que motivo o senhor resolveu ingressar na área política?

    Para mim, isso foi um plano de Deus. Sempre vivi para ajudar o próximo, e fiz isso a vida inteira, desde criança, acompanhando meu pai (Soares é filho do missionário R.R. Soares), caminhando pelo Brasil afora e entendendo que a gente precisa fazer o bem. Em 2001, depois de ter me formado em Direito no Rio, fui morar nos Estados Unidos para me especializar em Teologia Prática. Conheci muita gente legal lá, fiz muita coisa e essa vivência me trouxe grande experiência para liderar projetos. Tenho um lado espiritual muito forte e acredito que a Política, não só no Brasil, mas em qualquer lugar do mundo, precisa de pessoas com essa característica, com esse pensamento focado na luta pela melhoria da vida de todos, em prol da comunidade.

    Quais os projetos de lei o senhor espera apresentar na Casa?

    Tenho vários projetos, principalmente para as áreas de Saúde, Educação e Tributação, mas eles ainda não estão completamente prontos. Por isso, prefiro não entrar em maiores detalhes, pois estou fazendo ajustes, realizando reuniões e consultando especialistas para apresentá-los às comissões responsáveis por esses assuntos.

    Como surgiram as ideias para a confecção destes projetos?

    A sabedoria popular é grande. Converso com muita gente na rua, vou pegando as ideias e busco atuar em todas as áreas que mais preocupam a população. Preocupo-me muito com a justiça social e o desenvolvimento do nosso estado, além de querer o bem a todas as pessoas. Converso muito com as pessoas da igreja, mas não só com elas. Quando viajo, preocupo-me ainda em conhecer as necessidades de cada região e das comunidades.

    O senhor já se adaptou à rotina parlamentar?

    Sinto-me muito bem aqui na Alerj. Sou muito bem tratado desde que cheguei aqui. O presidente Picciani é muito acessível, pois consigo chegar até ele todas as vezes que preciso. Os deputados da minha bancada também foram muito receptivos: o Olney Botelho, que já conhecia e também é empresário, a Cidinha (Campos), o Wagner Montes, que é uma figura muito legal, e o Paulo Ramos, líder de nossa bancada. Sinto que aqui estamos lutando pelo melhor do Rio.

    E nas horas vagas, o que o senhor faz?

    Ultimamente tenho viajado muito para agradecer ao povo pelos votos e pela confiança depositados em mim. A gente não pode aparecer só na hora de pedir voto. O contato com o povo é fundamental para um político. Nesses momentos é que consigo ouvir a real necessidade de cada um. Fora isso, gosto muito de praticar esportes. Jogava tênis antigamente e, apesar de jogar mal, tenho muita vontade de voltar a praticar. Ainda não tenho um grupo aqui no Rio com quem possa jogar, mas pretendo retornar à prática desse esporte. Enquanto isso, faço caminhada todos os dia pela manhã. Aos domingos estou na sede da igreja, em Madureira (zona Norte do Rio), fazendo reuniões com o grupo cristão.

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